sexta-feira, 31 de março de 2017

* "O Livro de Levítico"

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Título

          Em hebraico, os livros de Moisés não têm títulos particulares; servem lhes de título as primeiras palavras do livro. No Gênesis o preâmbulo “no princípio” define o caráter do todo o livro, e acontece o mesmo com as palavras “chamou o SENHOR” que abrem o Levítico.
          Realmente não há outro livro da Bíblia que contenha tantas palavras expressas pelo próprio Deus. Nesse livro, Deus, de Seu santuário celeste, chama a Moisés e com ele a todo Israel. O Senhor exorta o homem a se santificar para se aproximar dEle. Isto seria o papel principal da tribo de Levi.   Como esse conjunto de ordenanças rituais que compõe o livro regula o comportamento dos sacerdotes em seu ofício, os tradutores da versão grega dos Setenta, intitularam-no simplesmente Levítico.

Finalidade do Livro

          A santidade de Deus tem exigências das quais o homem não está consciente. Moisés foi intimado a se apresentar à tenda da congregação, onde Deus estava, para receber dEle as diretrizes de que Israel precisava. Mas, por que tantas instituições cerimoniais, cujos detalhes são minuciosamente previstos por Deus, e onde nada foi deixado ao acaso? O Espírito de Deus tem em vista aqui uma dupla finalidade.

          a) Mostrar ao israelita o contraste entre suas limitações próprias e a justiça absoluta dAquele que lhe fala, e esta é a palavra chave do livro: “Disse o SENHOR a Moisés: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque Eu, o SENHOR vosso Deus sou santo” (19:1,2).
 
          b) Apresentar com antecedência ao israelita o supremo sacrifício, o de Jesus Cristo, através dos múltiplos holocaustos e sacrifícios de expiação, que prefiguram a obra realizada na cruz do Calvário.
 
          É, pois, um livro que não revela seus tesouros, senão á luz do Novo Testamento, e que só pode ser meditado se nos colocarmos diante da Pessoa e obra de Jesus Cristo.

O plano do livro

          Capítulo 1-10: o que Deus propõe a Israel
          Cinco sacrifícios (cap. 1-5)
          Um sacerdócio bem regulado (cap. 6 e 7)
          Sacerdotes inteiramente consagrados (cap. 8-10).
          Capítulos 11-27: o que Deus prescreve a Israel
          Leis absolutas abrangendo todos os domínios da vida.
 
          Nesta seção alguns capítulos são mais importantes que outros:

          13-14 – A lei sobre a lepra, que prefigura a obra de Cristo em relação ao pecado.
16 – A lei da cerimônia das expiações, tipo da obra de Cristo na cruz.
23 – A lei sobre as festas de Israel, imagens representando o conjunto da obra eterna de Cristo.
26 – As bênçãos, que ilustram a sorte presente e futura do povo de Israel, fora de Cristo e depois em Cristo.

Glossário

7:34
O peito movido – Ato de apresentação a Deus, com movimento de um lado para outro (confira 7:34 e 23:11).
 
8:7,8
A estola sacerdotal – Estola é a túnica do sacerdote, guarnecida de pedras preciosas (confira Êxodo 28:6-30) entre elas o Urim e o Tumim (luz e perfeição): antes que Sua palavra fosse escrita, Deus dava certas diretrizes por intermédio desses objetos, cuja natureza exata nos é desconhecida (confira Números 27:21; 1 Samuel 23:9 e 28:6; Esdras 2:63).
 
8:10,12-13;10:3
Consagrar – Separar, santificar.
 
10:6
“Para que não morrais” – Para um sacerdote, tocar um cadáver representava grave imundícia, impedindo-o de servir ao Deus vivo.
 
14:4
Hissopo – Pequena sarça (1 Reis 4:33) cujos ra¬mos serviam de pincel.
 
4:10
Efa – Medida de capacidade.
 
16:8
Bode emissário – O primeiro bode degolado sobre o altar, prefigura a obra expiatória de Cristo, “entregue por causa das nossas transgressões” (Romanos 4:25 a). O segundo bode, enviado vivo ao deserto, prefigura a obra de Cristo “ressuscitado por causa da nossa justificação” (Romanos 4:25 b). Não somente levou nosso pecado na Cruz, mas, enfrentando o diabo que nos acusa, Ele o expulsou para sempre!
 
20:4
Moloque – deus pagão ao qual os idolatras ofereciam sacrifício de crianças (confira 18:21; 2 Reis 23:10; Jeremias 32:35).
 
27:28-29
Santíssima ao SENHOR – Objeto, animal ou pessoa consagrada a Deus de que o homem não podia se apoderar sem incorrer em severo julgamento divino. Ilustração: Josué7.

Por J. H. Alexander

Cortesia Universidade da Bíblia
de www.universidadedabiblia.com.br


* "Pra Você!!!"

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"E que sejamos capazes de amar as pessoas
 muito além de precisarmos delas. 
Muito além do bem que possam nos fazer. 
Amar apenas de olhos fechados."
GiStadnicki


* Supra Sumo #7 - A Tua Liderança e Teu Nível de Aceitação nas Redes Sociais


Neste episódio do Supra Sumo,
Teófilo Hayashi fala sobre liderança na era das redes sociais
e lista 3 verdades sobre a aceitação de um líder.





* "Os 10 mandamentos dos pais!"

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1- Edificarás uma Família Funcional
2- Amarás os teus Filhos
3- Serás um Modelo de Santidade
4- Ensinarás os teus Filhos
5- Passarás tempo com os teus Filhos
6- Disciplinarás os teus Filhos
7- Incentivarás os teus Filhos
8- Darás aos teus Filhos Estabilidade e Segurança 
9- Falarás sobre Sexo com os teus Filhos
10- Não sereis pais passivos




* "O Livro de Êxodo"


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“O SENHOR com mão forte nos tirou da casa da servidão”
 Êxodo 13.14.

A palavra Êxodo

          No texto original hebraico, os cinco livros de Moisés não têm denominação; servem de título as suas primeiras palavras. Assim o segundo livro da Bíblia é designado sob a epígrafe: “São estes os nomes” (1:1).
          A palavra êxodo vem do grego “êxodos”, que significa “saída” ou “partida”. Tirada de Êxodo 19:1, ela aparece pela primeira vez como título do livro na versão grega dos Setenta (3º século A.C.).           Encontramos esse termo em Lucas 9:31, quando, no monte da transfiguração, o Senhor Jesus conversava com Moisés e Elias sobre a Sua “partida”, que ia realizar-se em Jerusalém, seja Sua ressurreição e ascensão.
          A expressão “êxodo” resume, pois, admiravelmente a mensagem desse livro, descrevendo a partida vitoriosa do povo de Israel, libertado do Egito pelo poder do Seu Redentor.

O autor de Êxodo

          É no Êxodo que aparece a primeira menção de livro do Senhor (Êxodo 17:14), isto é, a Revelação divina em estado embrionário, redigida em rolos de papiro. Moisés é encarregado de registrar nele a narração dos principais acontecimentos, continuando assim uma tarefa anteriormente começada.
          Instruído em toda a sabedoria dos egípcios (Atos 7:22), depois genro do sacerdote de Midiã, Moisés era particularmente credenciado para ser o primeiro escritor sagrado, ainda mais por ter vivido quarenta anos na península do Sinai, berço do alfabeto. Depois de ter sido impulsionado pelo Espírito a escrever o Gênesis (confira 2 Pedro 1:21), ele continuou a assumir essa função sob a inspiração de Deus, através de sua carreira de legislador (confira Êxodo 24:4), e até o fim de sua peregrinação terrestre (confira Deuteronômio 31:24).

Mensagem do Êxodo

          Deus intervém em favor de Israel, Seu povo oprimido, para livrá-lo miraculosamente da mão de Faraó. Por causa da oposição persistente de seu rei, o Egito foi assolado por dez pragas sucessivas, marcando a última o ponto culminante do castigo divino: a morte do primogênito de todas as famílias.
           Mas ao mesmo tempo que o braço do Senhor se estende contra o Egito, Sua mão de graça segura Israel para livrá-lo desse castigo, resgatando-o com o sangue do cordeiro. E a seguir o conduz através do Mar Vermelho e pelo deserto do Sinai. Foi, pois, no mais glorioso dos livramentos, que a vida nacional do povo eleito teve início e se desenvolveu.

O tema do Êxodo

          Uma palavra resume o ensinamento desse livro, tão rico em instruções para nós: Redenção. Deus agiu efetivamente para com Israel como Redentor; libertou o povo de um poder inimigo, colocou-o sob a proteção do sangue expiatório do cordeiro pascal, dirigiu-o passo a passo, de etapa em etapa, proveu miraculosamente a todas as suas necessidades, comunicou-lhe as instruções apropriadas para a sua marcha pelo deserto.
           Que maravilhosa imagem da experiência do redimido! Jesus Cristo é o nosso Redentor: livra-nos do poder de Satanás; salva-nos por Seu sangue expiatório, e conduz-nos por um cami­nho seguro, provendo-nos sempre do alimento espiritual necessário.

O Êxodo, ilustração da vida cristã

          Vamos descobrir como, neste livro, tudo nos fala da obra de Jesus Cristo em favor do crente. A oposição de Faraó, entravando a partida de Israel, ilustra a oposição do diabo, que sempre entrava a conversão e a marcha cristã. A imagem do sangue do cordeiro, colocado nas ombreiras das portas de cada uma das moradas israelitas, descreve claramente a eficácia da proteção do sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus, ante o julgamento.
          A passagem do Mar Vermelho mostra claramente que a conversão é o ponto de partida em que Deus acaba com os hábitos do passado. A água viva, jorrando no deserto, prefigura a fonte refrigerante da comunhão com Cristo.
          O maná, caindo cada manhã, lembra muito sugestivamente o alimento espiritual diário, recolhido na leitura da Bíblia. No combate de Israel contra Amaleque, podemos reconhecer a luta contra o diabo, nosso adversário, que nos espreita desde nossos primeiros passos na vida cristã.
          Quanto à lei, dada por Deus no Sinai, ela pode prefigurar as sãs e equilibradas ordenanças que o Senhor comunica a Seus filhos no Novo Testamento, para regular sua vida e seu serviço para Ele.

O fim do livro, ou “a doutrina cristã edificada”

          Observação semelhante pode ser feita sobre o assunto dos capítulos 25 a 40, principalmente consagrados ao tabernáculo, o templo portátil dos israelitas no deserto. Por que tanta precisão e tantas minúcias? Elas fazem sobressair a importância do assunto, mas será preciso o Novo Testamento para interpretar essa magnífica mensagem.
          O tabernáculo é, com efeito, a imagem, a sombra das coisas celestes (Hebreus 8:5; 9:1-14). Todos os seus objetos materiais, fazendas coloridas, utensílios, ou o sacerdócio que devia aí se realizar, representam de maneira precisa os diversos aspectos da obra de Cristo, nosso Redentor e Sacerdote.
          A mensagem das epístolas do Novo Testamento, expondo a doutrina cristã e a vida de santificação do crente, é como que pintada de antemão pelos elementos que constituem o tabernáculo. Ele é, pois, uma magnífica ilustração para expor a salvação e a marcha cristã.

Plano do livro do Êxodo

          1. Escravidão no Egito (cap. 1)
          2. Redenção no Egito (2:1; 15:21)
          3. Santificação fora do Egito (15:22; 17:16)
          4. Educação após o Egito (cap. 18-24)
          5. Adoração longe do Egito (cap. 25-40)

Glossário

          2:18
          Reuel –
Chamado depois Jetro (3:1; 4:18).

          4:25-26
          A circuncisão –
Sinal da aliança de Deus com Abraão para a raça de Israel (Gênesis 17:9-14), que Moisés tinha negligenciado.

          6:3
         “Pelo Meu Nome, o SENHOR, não lhes fui conhecido” –
Ainda que o nome “o SENHOR” apareça já em Gênesis 2:5, sua significação foi mais amplamente revelada no dia em que Deus apareceu a Moisés na sarça ardente (Êxodo 3:14-15). Se o nome, ” o SENHOR”, faz ressaltar a onipresença d'Aquele que pode sempre falar no tempo presente (“Eu sou o que sou”, 3:14), o nome hebraico Jahvé, em sua raiz, é ao mesmo tempo, “ser” e “viver”; é a revelação do Deus que pode e quer permanecer fiel. Nas Escrituras o nome “SENHOR” (Jeová), está sempre estreitamente ligado à redenção de Israel.

          12: 11
          Páscoa –
Hebraico: ato de passar.

          13:4
          O mês de Abibe ou Nisã –
Começava com a lua nova que seguia o equinócio da primavera. Era o primeiro mês do ano religioso. O ano civil judaico inicia-se no outono, com o mês de Tisri.

          15:23
          Mara –
Amargura.

          15:27
          Elim –
Palmeiras

          16: 31
          Maná –
Da exclamação hebraica “mon hou” (que é isto?) empregada pelos israelitas no verso 15.

          17:7
          Massa e Meribá –
Tentação e contenda.

          18:4
          Eliezer –
Nome formado de duas palavras “Deus e “socorro”.

          28:30
          Urim e Tumin –
“Luz” e “perfeição”. Objetos de natureza desconhecida, colocados sobre o peitoral ou dentro dele.

**
Por J. H. Alexander

Cortesia Universidade da Bíblia
de /www.universidadedabiblia.com.br


* "As cinco linguagens do amor de Deus para crianças"


"Um novo mandamento vos dou: 
Que vos ameis uns aos outros; 
como eu vos amei a vós, 
que também vós uns aos outros vos ameis?"
João 13:34

          Quando nos relacionamos com alguém precisamos falar a mesma língua que esta pessoa para sermos compreendidos. Imagine um Americano tentando se comunicar com um Japonês sem nem mesmo saber uma palavra neste dialeto? Com certeza eles nunca vão se entender. O mesmo ocorre com nossas crianças, precisamos entendê-las e amá-las através de sua Linguagem do amor
          Vamos entender:

1ª. Linguagem- Palavras de afirmação

          Palavras que edificam, elogiam que nos motivam a fazer algo por nossas crianças. ?Você é muito inteligente?. Quando alguém faz um pedido afirma qualidades, mas quando dá ordens, torna-se tirano.
             Normalmente os pais dizem ?Palavras de Afirmação? a seus filhos quando eles ainda são pequenos. Mesmo antes que entendam a linguagem verbal, já lhes dizem coisas como: ?Que narizinho lindo! Que olhinhos mais brilhantes! Que cabelo mais macio, etc. Quando o bebê começa a engatinhar, elogiamos cada gesto e esbanjamos Palavras de Afirmação. Quando ele começa a andar e apoia-se com uma das mãozinhas no sofá, ficamos alguns passos à sua frente, estendemos as mãos em sua direção e dizemos: Vem, vem, vem?. Isso mesmo... andando, vem até aqui, vem!. O bebê dá meio passo em sua direção e cai. O que dizemos a ele? Certamente não é nada como Seu burro! Será que você não consegue nem andar! Muito pelo contrário, nossas palavras costumam ser:Isso mesmo, muito bem! E dessa forma, a criança levanta-se e tenta novamente.  Por que, quando os filhos ficam mais velhos, nossas Palavras de Afirmação tornam-se de condenação. Quando um deles tem sete anos, entramos em seu quarto e dizemos-lhe que guarde os brinquedos na caixa. Digamos que haja doze objetos pelo chão. Voltamos ao quarto em cinco minutos e somente sete estão na caixa. O que então falamos a ele?Eu lhe disse para guardar esses brinquedos! Se você não fizer isso agora, eu vou...?Venha cá... e os sete brinquedos que já estavam guardados?!? Por que não dizemos: Muito bem, Johnny, você colocou sete brinquedos na caixa. Muito bem!? Preste atenção, pois certamente os outros cinco brinquedos também ?pularão? em um instante para a caixa!   À medida em que os filhos ficam mais velhos, a nossa tendência é condená-los mais por seus erros do que condecorá-los por seus sucessos. Para a criança que possui ?Palavras de Afirmação? como sua primeira linguagem do amor, nossas palavras negativas, críticas e desanimadoras aterrorizam sua psique. Centenas de adultos por volta dos 35 anos ainda ouvem retinir em seus ouvidos, palavras de condenação proferidas há mais de vinte anos: ?Você é muito gorda! Ninguém vai querer namorar você! Você não estuda! Se continuar assim, poderá ser expulso da escola. Não dá para acreditar que seja tão burro!Você é um irresponsável e nunca será capaz de fazer nada direito na vida! Muitos adultos lutam com sua auto-estima e não se sentem amados durante toda suas vidas, quando sua primeira linguagem do amor é violada de forma tão destrutiva. 

2ª. Linguagem- Tempo de qualidade

          Estar junto quer dizer prestar atenção, ser solidário ao ouvir o outro com intenção de entender, olhar nos olhos quando falam. O objetivo é ter uma experiência juntos, é ter memórias de amor com sua criança.
          Qualidade de Tempo significa dedicar aos filhos atenção total. Para uma criança pequena, a forma de falar essa linguagem é sentar-se ao chão com ela e rolar uma bola para lá e para cá. Estamos falando de brincar com carrinhos ou bonecas, de entrar em sua caixa de areia e ajudá-la a construir um castelo; devemos, portanto, penetrar em seu mundo, fazer as coisas com ela. Talvez você, como adulto, viva em um mundo computadorizado, mas seu filho está no mundo da fantasia. Você precisa descer ao nível de uma criança, se quiser conduzi-la ao mundo adulto. À medida em que a criança cresce e muda seus interesses, você precisa descobrir quais são eles, se deseja suprir suas necessidades. Se o seu novo prazer for basquete, então interesse-se por este tipo de esporte. Se for piano, talvez você precise assistir algumas aulas para ter noções deste instrumento musical ou, pelo menos, ouvir atentamente enquanto ele treina os exercícios. O fato de dedicar-se atenção total a um filho significa que você se importa com ele, e é importante estar ao seu lado, pois aprecia estar junto dele. São muitos os adultos que, ao olharem para trás, para sua infância, não se lembram do que seus pais lhes disseram, mas se lembram do que lhes fizeram. Uma rapaz de 21 anos certa vez me disse: ?Eu me lembro que meu pai nunca perdia meus jogos na escola. Eu sabia que ele se interessava pelo que eu fazia. Para aquele homem, Qualidade de Tempo era um comunicador de amor extremamente importante.
          Se Qualidade de Tempo for a primeira linguagem do amor de seu filho (a) e você usar esta linguagem para comunicar-se com ele (ela), haverá grandes chances de que, mesmo na adolescência, permita que você gaste mais tempo com ele. Se você não lhe dedicar ?Qualidade de Tempo? nos anos de infância, provavelmente na adolescência ele procurará os amigos da turma e afastar-se-á dos pais, os quais, nessa época, vão desejar desesperadamente gastar mais tempo com ele.

3ª. Linguagem- Presentes

          Um presente é o símbolo que o outro se lembrou de você, é uma expressão de amor, um símbolo visual.
          Conhecer a linguagem certa do amor é a chave para fazer seu filho(a)se sentir amado.
          Há muitos pais e avós que falam excessivamente a Linguagem dos Presentes. De fato, quando visitamos uma loja de brinquedos concluímos que muitos acham que dar presentes é a única linguagem do amor. Se eles têm dinheiro, a tendência é comprar brinquedos em excesso para os filhos. Há alguns que acham que, realmente, aquela é a melhor forma de demonstrar-se amor por uma criança. Alguns pais tentam fazer por seus filhos o que seus pais não puderam realizar por eles. Compram para eles coisas que desejaram ter quando crianças, mas nunca ganharam. Mas, a menos que ?Receber Presentes? seja realmente a primeira linguagem do amor de seu filho, os presentes terão pouco significado emocional para ele. Os pais podem até ter boas intenções, mas nem sempre é através de um presente que se supre a necessidade emocional de um filho.
          Se os brinquedos que você dá a seu filho são rapidamente postos de lado; se ele raramente lhe agradece; se a criança não valoriza o que recebeu, há grandes indícios de que ?Receber Presentes? não seja a primeira linguagem do amor dela. No entanto, se ele (ela) lhe agradece efusivamente; se mostra o presente ganho a outros e diz como você costuma dar-lhe bons presentes; se ele é cuidadoso com seus brinquedos, pois guarda-os em lugar de honra no quarto, mantém-nos limpos e brinca bastante tempo com eles, talvez ?Receber Presentes? seja a primeira linguagem do amor dele. O que fazer, se você tiver um filho cuja primeira linguagem do amor é ?Receber Presentes?, e não tiver dinheiro suficiente para comprar vários brinquedos para ele? Tenha em mente que não é a qualidade ou o custo do mesmo que se conta. Muitos presentes podem ser feitos manualmente e, às vezes, as crianças gostam mais desse tipo do que de outros sofisticados. A realidade é essa: Já reparou como as crianças pequenas chegam a brincar mais com a caixa do que com o presente que vem dentro dela? Outra possibilidade é trabalhar com brinquedos quebrados e reconstituí-los. Reformar um deles pode ser um projeto tanto para os pais como para os filhos. Você não precisa ter ?rios de dinheiro? para dar presentes ao seu filho. 

4ª. Linguagem ? Atos de serviço


            É procurar agradar realizando coisas que ele (a) aprecia. Ajuda nas tarefas de casa,  lanchinho de tarde, historinha antes de dormir.
          Quando os filhos são pequenos, os pais continuamente utilizam-se de ?Formas de Servir? para se relacionar com eles. Se não o fizerem, as crianças às vezes adoecem. Tomar banho, ser alimentado e vestido, tudo isso requer um bom tempo de trabalho nos primeiros anos da vida de um bebê. Além disso, é necessário cozinhar, lavar e passar. Depois chega a época das lancheiras, dos ônibus escolares e da ajuda nas lições de casa. Tais coisas não são muito valorizadas por algumas crianças, mas para outras comunicam amor. Observe seus filhos. Note como eles demonstram amor por outras pessoas. Isso é uma boa dica para se descobrir a primeira linguagem do amor deles. Se o seu filho costuma demonstrar apreciação por pequenas coisas que se façam por ele, é uma dica de que elas são emocionalmente importantes para ele (ela). Através de ?Formas de Servir? você lhe comunica amor de forma significativa. Quando você o ajuda com um projeto de ciências, isso significa mais do que uma boa nota. O significado é ?meu pai (minha mãe) me ama?. Quando você conserta uma bicicleta, o que faz é muito mais do que devolver-lhe ?as rodas?. Permite que ele saia com o tanque cheio. Se o seu filho constantemente se oferece para ajudá-lo com seus projetos de consertos, provavelmente significa que, dessa forma, ele expressa amor, e ?Formas de Servir? possivelmente seja sua primeira linguagem do amor. 

5ª. linguagem do amor- Toque físico


          Andar de mãos dadas, beijar, abraçar , cheirar, dengar...
          Creio que vale a pena descobrir qual a primeira linguagem do amor de sua criança e investir tempo em realizá-la, fazendo companhia a ele (a), ou proferindo palavras de amor e valorização, presenteando-o (a) para mostra que se lembrou dele (a) ao sair, ajudando no dever de casa, dando banho... Você saberá como agradá-lo(a)! Há anos tomamos conhecimento que o ?Toque Físico? é um excelente comunicador emocional para crianças. Pesquisas têm mostrado que bebês que recebem bastante colo desenvolvem-se emocionalmente melhor do que os que não têm este privilégio.   Normalmente, os pais e os outros adultos seguram o bebê, apertam-no, beijam-no, afofam-no e dizem-lhe palavras carinhosas. Muito antes de entender o significado da palavra amor, ele já se sente amado. Abraços, beijos, cafunés, andar de mãos dadas, são formas de comunicar amor a uma criança.           O abraçar e beijar um adolescente já é diferente do abraçar e beijar uma criança. Ele não gostará disso se você tomar esta iniciativa na frente de seus amigos, mas não significa que não queira receber afagos, especialmente se o ?Toque Físico? for sua primeira linguagem do amor.
          Se seu filho adolescente costuma chegar por trás de você e abraçá-lo (a), empurrá-lo (a), agarrar seu tornozelo ao andar, mexer com você, essas são indicações de que ?Toque Físico? é importante para ele. Observe seus filhos. Note como demonstram amor para os outros. Essa é uma boa pista para se descobrir a linguagem do amor deles. Anote os pedidos que lhe fizerem. Muitas vezes estarão relacionados com a primeira linguagem do amor deles. Note as coisas que mais gostam, pois também são indicadores para descobrirmos sua primeira linguagem do amor. A linguagem do amor de nossa filha é ?Qualidade de Tempo?; portanto, enquanto ela crescia, sempre fazíamos longas caminhadas juntos. Durante o período em que ela estudava na Academia Salém, uma das mais antigas escolas para moças de nosso país, passeávamos pelo pitoresco bairro da Salém antiga. Os moravianos restauraram a cidade que possui mais de duzentos anos de idade. Caminhar pelas ruas de pedra transportava-nos para os tempos passados de nossa história. Andar pelo antigo cemitério comunicava-nos a realidade entre a vida e a morte. Naqueles anos percorríamos aqueles locais três tardes por semana e conversávamos muito entre as austeras construções. Ela se formou em medicina, e sempre que vem à nossa casa, faz a famosa pergunta: ?Papai, que tal sairmos para dar uma volta?? Nunca recusei seus convites. Meu filho, porém, jamais caminhou comigo. Ele diz: ?Caminhar é muito chato!           Você não vai a lugar nenhum. Se quiser ir a algum local específico, vá de carro.? A primeira linguagem do amor dele nada tem a ver com ?Qualidade de Tempo? dela. Como pais, sempre tentamos colocar nossos filhos na mesma forma. Vamos a conferências sobre as crianças, lemos livros sobre como ser melhores pais, aprendemos algumas boas ideias e queremos chegar logo em casa para colocá-las em prática com cada um deles. O problema é que cada filho é diferente e o que comunica amor para um, necessariamente não transmite ao outro. Forçar uma criança a caminhar a seu lado para que você possa ter ?Qualidade de Tempo? com ela não comunicará amor. Precisamos aprender a linguagem do amor de nossos filhos se quisermos que eles se sintam amados. Acredito que a maioria dos pais realmente ama seus filhos. Também admito que milhares de pais não conseguiram comunicar amor na linguagem certa e milhares de crianças em nosso país vivem com o ?tanque? emocional vazio. Acho que grande parte das crianças com comportamento inadequado tem por trás um tanque vazio. Nunca é tarde demais para se demonstrar amor. Se seus filhos são mais velhos e você percebe que durante anos falou com eles na linguagem errada, por que não comunicar isso a eles? Que tal falar-lhes assim: ?Sabe de uma coisa, li um livro sobre como se demonstra amor e percebi que, durante anos, nunca expressei carinho por você da forma mais adequada. Tenho tentado de mostrar meu amor através de; porém, agora percebo que essa forma provavelmente não lhe comunicou meu carinho, pois sua linguagem do amor é outra. Chego à conclusão que sua linguagem do amor possivelmente seja . Como você sabe muito bem, eu sempre o (a) amei, e espero que no futuro consiga expressar-lhe isso da melhor maneira possível.? Talvez você queira até explicar as cinco linguagens do amor para eles e conversar sobre a sua e a deles.
          Talvez seja você quem não se sinta amado (a) por seus filhos mais velhos. Se forem maduros o suficiente para entender o conceito das linguagens do amor, sua conversa poderá abrir-lhes os olhos.   É bem provável que se surpreenda com a boa vontade deles em tentar falar sua linguagem do amor e, quando o fizerem, surpreender-se-á como seus sentimentos e atitudes para com eles começarão a mudar. Quando os membros de uma família começam a falar a primeira linguagem do amor um ao outro, o clima emocional aumenta grandemente.
    


* "Churuá! Churuá!" em Libras



Deus está sempre pertinho da gente; 
é só olharmos ao redor, 
até mesmo nas ondas do mar,
 que podemos ver que Ele está conosco.
Venha e cante com a turminha

🎼 
"CHURUÁ!CHURUÁ!" 

Nas conchinhas lá do mar, nas estrelinhas do céu 
No universo infinito sei comigo Deus está. 
Quem quiser pode escutar, no cantar do sabiá. 
No sussurro do vento, no "chuá" das ondas do mar 
Churuá churuá (chuá) 
 Churuá churuá (chuá) Churuá churuá (chuá) 
 Churuá churuá (chuá)”

 🎼


* "O desafio de amar para os pais"


           Desafio 2 - O amor é paciente


"Pais não irritem seus filhos; 
antes,
 criem nos segundo a instrução e conselho do Senhor."
Efésios 6:4

          Escreva as palavras "O AMOR É PACIENTE" sobre um cartão, e fixe, temporariamente, em seu espelho ou refrigerador, enquanto o verifica nas próximas semanas, proponha-se a exibir paciência, um dia após o outro, como demonstração de seu amor por seus filhos.

          #reflexão
          Quando você pode mostrar mais paciência com seus filhos?

    Desafio 3 - O amor valoriza 


"Os filhos são herança do Senhor!"
 Salmos 127:3

          Comunique a seus filhos hoje que eles são um tesouro para você. Diga com sua próprias palavras: "VOCÊ É UMA DÁDIVA PRECIOSA PARA MIM, E EU SOU GRATO POR VOCÊ FAZER PARTE DA MINHA VIDA." Então agradeça a Deus por eles e pela oportunidade que ele deu a você para, diariamente, amar e valorizá-los. 

          #Reflexão
          Você vê seus filhos como um fardo ou bênção de Deus?
          O que você pensa sobre eles?

      Desafio 6 - O amor não é egoísta      
                   
"Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, 
mas humildemente 
considerem os outros superiores a si mesmo."
Filipenses 2:3

          Tire um pouco de tempo para orar e identificar alguns traços de egoísmo em sua vida que possam estar impedindo você de amar seus filhos eficazmente. Escolha empurrar para o lado qualquer distração que o impeça de dar o amor do qual seus filhos necessitam. Então, proponha-se a dedicá-los ao Senhor como uma dádiva com retorno n'Ele.

         #reflexão
        O que Deus lhe revelou quando você orou?
        Como seus filhos te veem? 

          Desafio 8 - O amor conquista corações 


"Ele fara com que o coração dos pais se voltem para seus filhos, 
e os corações dos filhos para seus pais."
Malaquias 4:6

          Estenda a mão a seus filhos, um a um, e diga a eles que você quer estar mais perto deles do que tem estado até agora. Comece a seguir os passos para conquistar e manter os corações deles. 
       
          #reflexão 
          Pergunte a si mesmo:
          - Tenho os corações de meus filhos dispostos agora?
          - Eles sabem que tem a mim?
          - Eles se preocupam com o que eu penso?
          - Eles querem passar o tempo comigo?
          - Eles ficam pesarosos quando estou descontente?
          - Eles são leais quando não estou por perto? 

          Não tente mudar seu filho antes de examinar-se primeiro (Mateus 7:15. Pergunte a Deus se Ele realmente tem o seu coração. Você é leal e submisso a Ele? Caso não seja, não fique surpreso se seus filhos estão seguindo seu exemplo ao empurrar seus corações para longe de você e de Deus.

    Desafio 09 - O amor acalenta 


"Assim como uma mãe consola seu filho
 também eu os consolarei."
Isaías 66:13

          Como você poderia aquecer a vida e corações de seus filhos hoje? Tire vantagem da oportunidade para dar-lhe algo inesperado. Como um toque amoroso, escolha um gesto apropriado que diga, "EU O ACALENTO", faça isso com sinceridade.

          #reflexão
          O seu amor de mãe /pai é acolhedor?
          Você tem o cuidado de ser terno e amoroso com seu filho?
          Como você comunica o seu amor a seu filho? Toca, sorri, acena?

          "A vida pode ser fria e imprevisível para nossas crianças em um mundo escuro. O estresse diário pode passar sobre elas e deprimi-las. Tudo isso exigirá de você algo caloroso para iniciar o degelo. Seu afago sobre suas costas ou o conforto de seu forte abraço lhes dará segurança emocional que acalma suas preocupações e dúvidas.


          Desafio 10: O amor não é grosseiro


"Prefiram dar honra uns aos outros 
mais do que a si próprio."
Romanos 12:10

          Organize uma noite de cordialidades. Converse abertamente sobre algumas formas de evitar comportamentos desagradáveis uns com os outros e como mostrar respeito. Oriente sua família em uma refeição divertida a praticar boas maneiras dando chance a cada um para servir e ser servido. Encontre um livro simples sobre etiqueta e aplique novas situações em família.

          #reflexão
          - O que você tem feito para ensinar os bons modos a seu filho?
          - Ensine seu filho que boas maneiras são um importante fator para enviar bênçãos recebê-las de volta.
          Se você ainda não o fez comece imprimindo nos seus filhos as marcas do altruísmo e comportamento cortês.

          "Bons modos evoluem com os filhos. Eles assistirão a sua conduta privada hoje, a tornarão pública amanhã e, então, passarão a seus próprios filhos um dia."

          Desafio 11 - O amor encoraja 
"As palavras suaves são favos de mel, 

doces para a alma
 e saúde para os ossos."
Provérbios 16:24

          O fruto de seus lábios não apenas ajuda os filhos definir a realidade e a compreender suas identidades como, também, orienta seus destinos. Frequentemente, os pais amaldiçoam seus filhos ao ridicularizá -los, insultá -los ou dizer que nada serão na vida, que não tem futuro . Dez segundos de veneno verbal poderiam mudar para sempre suas vidas. Por isso é vital que dominemos nossa língua.
          Devemos considerar o vocabulário com o qual advertimos nossos filhos. Existe uma grande diferença entre dizer a seu filho que cometeu uma tolice e chamá -los de tolo.
          Nossos filhos precisam compreender, com humildade, que são pecadores, mas, ainda assim, ver que são amados por Deus, feitos a sua Imagem e abençoados por seus pais.
          Nossas bocas deveriam ser fontes transbordantes de amor e verdade, em vez, de palavras poluídas de maldição, reclamação e insultos.



          Desafio 15 - O amor é de Deus

"Amados, 
amemo-nos uns aos outros, 
pois o amor é de Deus." 
1 João 4:7

          Se for possível, lembre, hoje a seus filhos de que " Deus é amor." (I João 4: 16) e que ele os ama profundamente. Ore com eles para que saibam que, sempre, podem se dirigir a ele como seu amoroso Pai Celestial. Ore de forma pessoal, para que Deus os ajude a receber o seu amor e a se transformarem em um canal do seu amor para seus filhos ( João 15: 9).          

          - Em primeiro lugar porque temos filhos?
          - O que determina o valor dos nossos filhos para nós?
          - Quais são os seus objetivos ao criá -los?

          " Honrar e amar a Deus... ao amarmos nossos filhos"

          Desafio 16

          Peça a seus filhos que leiam o Salmo 139 com você. Depois, pergunte o que aprenderam sobre onde Deus se encontra e o que sabe de nós. Explique que o Senhor os criou, os ama, sempre os vê e, um dia, os julgará por como viveram. Terminem orando juntos os versículos 23 e 24. 



          O amor é benigno

"Sejam bondosos
 e compassivos uns para os outros,
  perdoando-se mutuamente, 
 assim como Deus perdoou vocês em Cristo." 
 Efésios 4:32

          Surpreenda seus filhos, hoje fazendo algumas atividades inesperadas em favor da benignidade. Assim que eles se derem conta do seu gesto, peça-lhes para fazer algo benigno por alguém, mas que seja, também inesperado.

          O amor floresce


"... estando arraigados e alicerçados em amor."
Efésios 3:17

          As palavras são uma poderosa forma de comunicar amor. O desafio é simplesmente encontrar um momento em que você possa expressar, verbalmente amor a seus filhos. Se eles estiverem em sua casa ou acessíveis pelo telefone. Se for possível faça com que eles ouçam as palavras "EU AMO VOCÊ". 

* "O Livro de Gênesis"

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Título do Livro

          O título “Gênesis”, que significa literalmente “começo” e vem da palavra grega “γενέσις[1]”. Esse título foi dado ao livro pela tradução grega do Velho Testamento, chamada Septuaginta[2]. O título hebraico para esse livro é retirado das primeiras palavras do livro: “berēshith” e significa “no princípio”. Esse título é certamente apropriado, pois além de demonstrar o princípio do universo, do homem e do povo de Deus, Gênesis também “prepara o terreno para a plena compreensão da fé bíblica[3]”.

O Autor do Livro[4]

          Enquanto nenhuma declaração é dada sobre quem teria escrito esse livro, a tradição sempre tem dito que o autor desse livro é Moisés. Evidências para isso tem-se encontrado:

         (1)    No Novo Testamento normalmente atribui Gênesis a Moisés: indicação desse fato é que em Jo.7.23 Jesus afirma que a circuncisão, que é apresentada em Gn.17.12, faz parte da Lei de Moisés. Mais comum ainda no NT é a declaração do Pentateuco como livro de Moisés
  1. Evangelhos: Mt.8.5; 19.19.4-8; Mc.1.44; 7.10; 12.19, 26; Lc.2.22; 5,14; 20.37; Jo.1.17, 45; 7.19, 22-24; 8.5;
  2. Atos: At.3.22; 7.44; 13.39; 15.5; 28.23;
  3. Paulo: Rm.10.5; 10.19; 1Co.9.9;
  4. Autor de Hebreus: Hb.9.19; 10.28.
          (2)    No Antigo Testamento também parece atribuir a autoria do Pentateuco (Tora) a Moisés:
  1. Livros Históricos: Js.1.7-8; 8.31-32; 1Re.2.3; 2Re.14.6; 21.8; Ed.6.18; Ne.13.1;
  2. Profetas: Dn.9.11-13; Ml.4.4.
  3. O próprio Pentateuco aponta para esse fato: Ex.17.14; 24.4-8; 34.27; Nm.33.1-2Dt.31.9, 22.
          (3)    Além disso, o autor do Pentateuco demonstra conhecer detalhes tão particulares da história que só uma testemunha ocular poderia saber:
  1. Quantidades específicas de fontes e árvores (Ex.15.27)
  2. Detalhes específicos do povo em ocasiões específicas (Nm.2.1-31)
  3. Detalhes da alimentação (Nm.11.7-8)
          (4)    O conhecimento que o autor do Pentateuco apresenta sugere ele não poderia ser alguém de séculos mais tarde[5]:
  1. Conhecimento da Geografia (Gn.13.10Gn.33.17)
  2. Conhecimento de costumes específicos (Gn.16.1-3Gn.41.41-43)
  3. Moisés era alguém habilitado para ter essas informações (At.7.22)
          Se alguém duvidar da autoria Mosaica do Pentateuco ou de Gênesis, deve atribuir também ou falsidade ou erro, tanto dos textos do Velho, como do Novo Testamento. Em outras palavras, os profetas, escritores, apóstolos e o próprio Jesus Cristo deveriam ser considerados ou falsos ou equivocados. Portanto, “a autoria de Gênesis é atribuída a Moisés, mais provavelmente durante a jornada do Egito para Canaã, com o uso de fontes que tivesse à disposição, quer orais quer escritas, debaixo do ministério orientador do Espírito de Deus[6]”.

Estrutura e Conteúdo do Livro

          Uma das características marcantes do livro é a forma como esse livro foi estruturado. Do ponto de vista da história, duas categorias são claramente reconhecidas na estrutura do livro: (1) Nos capítulos de 1.1-11.26 encontramos a história das origens de modo geral e (2) de 11.27-50.26 lemos a história da origem do povo judeu – a história dos patriarcas. Sobre essa estrutura John Hartley diz: “Gênesis 1-11 é um prefácio à história da salvação, tratando da origem do mundo, da humanidade e do pecado. Gênesis 12-50 reconta as origens da história da redenção no ato de Deus escolher os patriarcas, juntamente com as promessas da terra, posteridade e aliança[7]”.
          Contudo, Moisés como hábil escritor também deixou uma clara estrutura literária para seu primeiro livro: com o uso de uma palavra específica, Moisés pode marcar dez blocos de texto onde agrupou o conteúdo do seu livro. Essa palavra hebraica é “tôledôt”, que significa gerações, genealogia. Em “cada uma dessas seções [Moisés] relata o que aconteceu com à(s) pessoa(s) mencionada(s), ou seus descendente[8]”.

          Normalmente essa palavra é acompanhada de uma genealogia, conquanto também possa apresentar o desenvolvimento de algo que já foi iniciado. Esse é o caso de Gn.2.4: “Esta é a história das origens dos céus e da terra, no tempo em que foram criados: Quando o SENHOR Deus fez a terra e os céus”. Nessa ocasião Moisés faz um uso metafórico da palavra “tôledôt” para expressar que os céus foram gerados (criados) pelo Próprio Deus.
          É interessante observar que a estrutura história e a estrutura literária foram de tal forma ajustadas que para a primeira parte (a história primeva) Moisés usou cinco “tôledôt”, enquanto que para a segunda parte (história patriarcal) ele o fez mais cinco vezes[9]. Seguindo essa sugestão, podemos observar a estrutura do livro da seguinte forma:

          I. HISTÓRIA PRIMEVA                                            (Gn.1.1-11.26)
  • Criação do Universo                            (1.1-2.3)
  • As gerações do céu e da terra         (2.4-4.26)
  • As gerações de Adão                          (5.1-6.8)
  • A geração de Noé                                (6.9-9.29)
  • As gerações dos filhos de Noé       (10.1-11.26)
          II.HISTÓRIA DOS PATRIARCAS                            (Gn.11.27-50.26)
  • As gerações de Terá                            (11.27-25.11)
  • As gerações de Ismael                       (25.12-18)
  • As gerações de Isaque                       (25.19-35-29)
  • As gerações de Esaú                           (36.1-43)
  • As gerações de Jacó                            (37.1-50.26)
          É importante lembrar que um dos recursos literários que Moisés usa na composição de Gênesis é apresentar em primeiro lugar um conjunto de informações sobre personagens que terão sua história continuada no seu relato. Por exemplo, “a genealogia de Caim (4.17-24) precede a de Sete (4.25,26); as linhagens de Jafé e Cão (10.1-8) aparecem antes de Sem (10.21,22); a genealogia de Ismael (25.12-15) antecede a de Isaque (25.19) e a de Esaú (36.1-10) precede a de Jacó (37.2)[10]”.

Propósito

          “O propósito do primeiro livro do Pentateuco é fornecer um breve sumário da história da revelação, desde o princípio até que os israelitas foram levados para o Egito e estavam a ponto de se tornarem em nação teocrática[11]”. De forma prática, Gênesis parece demonstrar, do início ao fim, quem é o Deus que chamou a Moisés para liderar o Povo.
          É nesse texto que Moisés registra YAHWEH como o Deus que é poderoso para Criar, Julgar e Punir, Retribuir, Chamar, Restaurar e Salvar Seu povo. Gênesis é um relato da Personalidade e Caráter de YAHWEH como Deus Poderoso, Cuidadoso, Amoroso e Soberano.
          De forma anacrônica Moisés parece deixar a Soberania de Deus estampada nas páginas de Gênesis, de modo que, na primeira parte de seu livro ele demonstra quão longe o homem por suas forças pode ir, enquanto que na segunda parte ele demonstra quanto Deus faz para resgatá-los. Assim, estamos falando que, após a Criação, nos primeiro 11 capítulos de Gênesis nós vemos a degradação do ser humano: Na Queda vemos a soberania de Deus e a sentença de todo ser humano;           No Dilúvio a justa retribuição história de Deus; e em Babel vemos a soberania de Deus na distribuição.
          Até que, em Abraão o processo de regeneração inicia e parece reverter a cena: Em Abraão vemos a soberania de Deus na Eleição; Em Isaque a soberania de Deus na Separação; Em Jacó a soberania de Deus é percebida no cuidado; e em José vemos a soberania de Deus no controle da situação.
          É como se o livro tivesse sido escrito para apresentar o caráter de Deus como chefe da Teocracia que Ele irá formar a partir de um povo exilado no Egito, retirando-os soberanamente do domínio egípcio. É óbvio que Moisés faz isso, enquanto registra os acontecimentos do seu povo.

Mensagem

          Poucas pessoas foram capazes de resumir a mensagem de um livro tão grande em tão poucas palavras de modo tão impressionante: Carlos Osvaldo tem sintetizado a mensagem do livro da seguinte maneira:
“A eleição e separação de Israel como povo pactual se deu em um contexto de conflito entre o propósito Benevolente do Criador e a vontade rebelde das criaturas, a quem Ele pune com justiça e restaura com amor[12]”

Teologia de Gênesis

          Como temos dito que esse livro é uma Auto-Revelação de Deus para o povo de Israel, não poderíamos deixar de falar de Sua Pessoa como apresentada por ele. Sobre isso, House diz:
“Certamente tornou-se visível um retrato nítido de Deus. Ele é a única divindade que atua nesses relatos. Só Deus cria, de maneira que só Ele julga o pecado, chama, dirige e abençoa Abraão e seus descendentes, e protege e livra em todas as circunstâncias o povo agora chamado Israel. Esse Deus comunica-se com o povo alternadamente emanando ordens, fazendo promessas e dando orientação, Ele trabalha para tirar o pecado que atribula toda a raça humana. Esse Deus não tem qualquer começo, rival, limites de tempo ou espaço, falha moral, ou interesses ocultos[13]

          Deus é Criador:

          Em Gênesis não difícil falar em um Deus Criador: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.           O relato da criação em Gênesis é realizado em duas etapas para ressaltar a Pessoa do Criador:     Enquanto o primeiro relato aponta para um fato (há um Criador de todas as coisas) o segundo relato mais específico sobre a criação do homem apresenta o Criador como zeloso, atencioso e relacional.   Essa descrição de Deus é certamente uma demonstração do Seu poder e de Seu cuidado graciosos.
          Entretanto, é válido dizer que a descrição da criação demonstra a ordem e a dignidade dela.       “Enquanto outras histórias da criação tendem a tratar a raça humana como fonte de irritação para o panteão e o mundo criado como alo que os deuses não pensaram inicialmente, Gênesis 1.1-2.3 apresenta a ordem criada como resultado da atividade intencional da parte do Deus único[14]”.
          A unicidade de Deus nos primeiros versos de Gênesis também são também uma descrição de contraste entre YAHWEH, o verdadeiro Deus e os deuses pagãos. Até por que, a descrição de Deus como Criador auto-existente, solitário e auto-suficiente difere gritantemente de outros relatos antigos da criação. Falando sobre a multiplicidade de deuses do paganismo, LaSor, Hubbard e Bush afirmam que “para eles a variedade de forças personificava-se em deuses. Assim, uma divindade era multipessoal, em geral ordenada e equilibrada, mas às vezes caprichosa, instável e temerária. O texto de Gênesis 1 combate tal concepção de divindade. Ela retrata a natureza surgindo de uma simples ordem de Deus, o que é anterior a ela e dela independente[15]”.
          Outro detalhe sobre a Singularidade de Deus como Criador é estampado no uso do termo hebraico bärä’, que descreve sua ação como trazendo a criação do nada (ex nihilo[16]). Em Gn.1.1 não há qualquer indicação de matéria pré-existente que Deus teria formado, antes “afirma que Deus criou, (bärä’) sem nenhum esforço, todo o universo e tudo o que nele há[17]”. Assim, “o termo hebraico bärä’, ‘criar’, é uma palavra chave, sendo empregada seis ou sete vezes no relato da criação. Essa palavra tem Deus como seu único sujeito no Antigo Testamento, e não se fez nenhuma menção do material a partir do qual se cria algum objeto. Ela descreve um modo de agir que não possui analogia humana. Só Deus cria, assim como só Deus salva[18]

         Deus é Soberano:

          Sidlow Baxter quando comenta sobre Gênesis diz: “Pelo fato de ter sido colocado logo no início dos 66 livros, Gênesis nos faz dobrar os joelhos em obediência reverente diante de Deus, por exibir perante os nossos olhos, e trovejar em nossos ouvidos, aquela verdade que deve ser aprendida antes de todas as outras em nosso trato com Deus, em nossa interpretação da história e em nosso estudo da revelação divina, a saber A SOBERANIA DIVINA[19]”.
          A soberania de Deus é observada em quase todos os eventos apresentados nesse livro: Ele é o Criador Soberano, o Juiz soberano sobre o pecado do homem, na punição de Caim, no Dilúvio, em Babel. Ele é o Soberano na separação e eleição de Abraão como herdeiro das promessas. Não havia qualquer característica em Abraão digna da atenção de Deus, mas em Sua Soberania Deus o separa para dele fazer uma grande nação. “O Senhor escolhe a Abrão da mesma maneira como decide criar os céus e a terra, ou seja, a partir da liberdade absoluta resultante de ele ser o Deus único, todo-suficiente e independente[20]”.
          Toda a história dos patriarcas é uma demonstração da Soberania de Deus: Abraão é eleito soberanamente por Deus; Isaque é mantido soberanamente por Deus; Jacó[21], o mais relutante de todos, demonstra a Soberania de Deus na Preservação de sua Promessa feita a Abraão e em José podemos observar a Soberania de Deus no controle das situações para formar um povo Seu em meio a um tempo de crise.
          Até mesmo na tensão entre a Soberana Vontade de Deus e da vontade rebelde de suas criaturas, “o que o homem pecador tenciona para o mal, YAHWEH é mais do que capaz de suplantar para Seus propósitos de bênção e bem estar para o povo de Sua aliança[22]”. A soberania de Deus é capaz de convergir a maldade do homem para bênçãos para os Seus: Esse retrato é vívido em Gênesis.

          Deus é Justo:

          No trato com a humanidade desde a Criação, Deus demonstra sua habilidade para exercer sua Justiça. Na retribuição justa de Gn.3 vemos que Deus é severo no trato com o pecado e na imposição das punições para cada um dos participantes da rebelião contra Ele no Éden. Entretanto, é importante lembrar que “quando Sua bondade original foi desprezada no jardim do Éden em troca da independência que as criaturas queriam Dele, foi Deus quem tomou a iniciativa de buscar o homem (3.8, 9), de prometer a vitória definitiva sobre a serpente pela semente da mulher (3.15) e remediar a nudez e a vergonha do primeiro casal[23]”. No exercício de sua Justa punição, Deus não deixou de manifestar sua Graça Salvadora: O maior prejudicado na queda foi o próprio Deus, pois Ele mesmo assume as piores consequências da Queda e doa-se em amor ao mundo.
          Da mesma forma o dilúvio revela Sua Justa retribuição à intenção do homem em contraposição à Lei Divina. Em sua Justa Soberania, Deus estabelece o juízo da rebeldia dos homens e os sentencia à morte no Dilúvio. Entretanto, temos que lembrar que Ele mesmo ofereceu 120 anos para o arrependimento dos seres humanos em demonstração de que age com paciência. Isso sem contar que Deus havia deixado um modo para que os homens pudessem ser libertos dessa punição, pela fé na instrução que havia dado a Noé (Hb.11.7). Assim, tanto a Paciência quanto Graça são observadas no exercício da Justiça de Deus[24].
          Deve ser por isso que Ralph Smith diz: “Três coisas são essenciais a um bom juiz: autoridade e soberania; decisões justas e imparciais; e a capacidade de perceber e interpretar corretamente todas as evidências. Javé tem as três qualidades[25]”. Por isso, “a justiça de YAHWEH reflete-se não tanto em declarações sobre Seu caráter quanto nos meios simples e diretos pelos quais Ele julga a falta de conformidade do homem com o padrão de conduta prescrito pelo Criador[26]”.

          Deus é Gracioso:

          “Pelo contrário, ele opera exclusivamente em benefício do mundo que não tem intenção alguma de fazer o que é certo. Neste caso a eleição demonstra a misericordiosa bondade de Deus com o mundo[27]”.
          Por que Deus não opera sua disciplina para com Jacó, que demonstra em sua história não manter uma padrão de conduta em nada parecido com o do seu pai? “O fato mais consolador é que Deus não mudou seu propósito, promessa ou poder. O caráter divino continua intacto, acentuando a sensação que o leitor tem de respeito e expectativa diante do futuro[28]”.
          “A graça divina seleciona este homem [Jacó] terrivelmente imperfeito, não por causa de mérito algum de sua parte. O amor determina a decisão, e esse amor é tão grande por Jacó quanto é por Abraão e Isaque, pois as promessas divinas feitas anteriormente permanecem de pé[29]”.
          “A graça intensifica-se quando o pacto de YAHWEH com a humanidade se focaliza em Abraão e sua linhagem: Ló é preservado pela graça (19.1-31), Isaque é poupado pela graça (cap.22), Jacó é escolhido por graça (25.19-23; cf. Rm.9.11, 12), assim como toda a família patriarcal é libertada da corrupção e miscigenação em Canaã pela provisão graciosa que YAHWEH lhes faz de José como vice-regente do Egito (caps.37-50)[30]

          Deus é Único:

          Em oposição ao conceito do Oriente Médio Antigo, Gênesis apresenta um Deus que é Único, “nenhuma outra divindade questiona o direito divino de criar; nenhuma outra divindade ajuda Deus a criar nem se opõe à sua atividade criadora. Desde o princípio, ou desde a origem do tempo e da história, só Deus existe ou age[31]”.
          “A ideia da unicidade de Deus no Antigo Testamento é singular e significativa. Enquanto outros povos antigos achacam que seus deuses eram muitos, cada um tendo sua própria esfera de influência e responsabilidade, o Israel antigo entendia que seu Deus era um (indivisivo), como todos os atributos e poderes da divindade em si mesmo, governando todas as esferas da existência[32]
          “A singularidade de YAHWEH aparece em cores ainda mais brilhantes no fato de que Ele é um Deus que, apesar de transcendente e todo-poderoso, busca um relacionamento com Suas criaturas e a elas Se revela. Ele estabelece alianças (cf. 9.8-17; 15.9-21; 17.1-27) e garante seu cumprimento ao prover e proteger milagrosamente a semente que havia prometido (18.13-15; 22.15-18; 25.21)[33]

Fonte: Teologando – Marcelo Berti

          [1] O termo grego “γενέσις” pode também indicar vir a existir (Gn.40.20), nascimento(Mt.1.18), existência (Tg.1.23), vida e experiência humana (Tg.3.6), história de vida (Gn.2.3; 5.1 – história da origem), linhagem, descendência (Mt.1.18).
          [2] A Septuaginta é também apresentada como LXX, em função de ser essa a representação gráfica de 70 em algarismos romanos.
          [3] LASOR, Willian, HUBBARD, David, BUSH, Frederic, Introdução ao Antigo Testamentopp.16.
          [4] A autoria do livro de Gênesis e de todo o Pentateuco tem sido largamente discutida. Jean Astruc (sec. 18) chegou a apontar para duas formas documentais que poderiam ter resultado na produção do texto que dispomos. Ele denominou as fontes como J (Javista) e E (Elohista) em função do uso de palavras para se referir a Deus. K.H. Graf, em uma adaptação ampliada da teoria de Astruc, propôs uma Teoria Documental em 1866 que além de J e E, identificou as fonte D (Deuteronomista) e P (Sacerdotal – proveniente do alemão priesterlich). Entretanto, essa teoria só tornou-se popular quando Wellhausen em 1876 combinou a “teoria documentária com uma visão evolucionista da religião de Israel”. (COP, FDAT, pp21-22). Reações a essa proposição de Wellhausen foram feitas por liberais e conservadores e aos poucos sua teoria tornou-se menos influente no mundo acadêmico. O leitor fará bem se ler sobre o assunto o artigo Autoria do Pentateuco no livro “Merece confiança o Antigo Testamento” onde o autor trata com detalhes da refutação da teoria (pp.113-118).
          [5] Wellhausen teria proposto que o Pentateuco como um todo seria fruto do período do exílio ou pós-exílico (Introdução ao AT, pp.7). Entretanto, uma vez que os livros exílicos e pós-exílicos citam o Pentateuco, com indicações da autoria Mosaica, a teoria de Wellhausen fica em descrédito. Ou seja, para que sua teoria tenha validade o Velho Testamento precisa ser reestruturado, passo que os liberais já deram a muito tempo.
          [6] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.23.
          [7] LASOR, Willian, HUBBARD, David, BUSH, Frederic, Introdução ao Antigo Testamentopp.16-17.
          [8] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.23.
          [9] É válido demosntra que em Gênesis Moisés usa “tôledôt” 13x (Gn.2.4; 5.1; 6.9; 10.1, 32; 11.10, 27; 25.12, 13, 19; 36.1; 36.9; 37.2). O agrupamento estrutural desses usos tem sido diferentes em diferentes autores. (cf. YOUNG, Edward, Introdução ao Antigo Testamentopp.54-68; ARHCER, Gleason, Merece Confiança o Antigo Testamento, pp.200)
          [10] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.23.
          [11] YOUNG, Edward, Introdução ao Antigo Testamentopp.53.
          [12] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.24.
          [13] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.107.
          [14] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.76.
          [15] LASOR, Willian, HUBBARD, David, BUSH, Frederic, Introdução ao Antigo Testamentopp.24
          [16] A expressão latina ex nihilo encontrada em alguns materiais teológicos sobre a Criação é provavelmente proveniente da Vulgata. Em 2Mc.7.28 lemos: “peto nate aspicias in caelum et terram et ad omnia quae in eis sunt et intellegas quia ex nihilo fecit illa Deus et hominum genus” (Eu te suplico, meu filho, contempla o céu e a terra e observa o que nele existe. Reconhece que não foi de coisas existentes que Deus os fez, e que também o gênero humano surgiu da mesma forma. – BJ). Sobre o uso de bärä’ considere alguns usos que descrevem o início de algo novo (cf. Is.41.20; 48.6, 7; 65.17) como um paralelo do conceito criativo ex nihilo. Lembre-se também dos usos que descrevem o sentido de trazer à existência (Is.43.1Ez.21.30; 28.13, 15) como exemplificação da origem ex nihilo de uma ação divina.
          [17] SMITH, Ralph, Teologia do Antigo Testamento. pp.172.
          [18] LASOR, Willian, HUBBARD, David, BUSH, Frederic, Introdução ao Antigo Testamentopp.24.
          [19] BAXTER, Sidlow, Examinais as Escrituras. Vol.I, pp29.
          [20] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.92.
          [21] “Pouquíssimos textos do AT ressaltam os conceitos bíblicos de eleição e graça mais do que os relatos que envolvem Jacó” – HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.98
          [22] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.25
          [23] Idem, IBID.
          [24] MERRIL, Eugene, The Pentateuch. IN: Holman Bible Handbook
          [25] SMITH, Ralph, Teologia do Antigo Testamentopp.206.
          [26] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.25.
          [27] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.792.
          [28] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.97.
          [29] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.98.
          [30] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.26
          [31] HOUSE, Paul, Teologia do Antigo Testamentopp.74.
          [32] SMITH, Ralph, Teologia do Antigo Testamento, pp.218-219.
          [33] PINTO, Carlos Osvaldo, Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamentopp.26

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